terça-feira, 19 de julho de 2011
ESCOLA BÍBLICA DE FÉRIAS
Nome:
Endereço:
Telefone: Celular:
E-mail:
Data de Nascimento:
Tem Filhos? Qtos? Idades:
Freqüenta EBD?
Em qual equipe gostaria de ajudar?
( ) Equipe da Secretaria ( ) Equipe da Tesouraria ( ) Equipe da Limpeza
( ) Equipe de Intercessão ( ) Equipe de Recreação ( ) Equipe de Vigilância
( ) Equipe de Professores ( ) Equipe da Cozinha ( ) Equipe de Prof. Apoio
( ) Equipe de Arrecadações.
Para Professores e equipe de apoio:
Tem preferência em trabalhar com crianças de qual idade?
Em sua opinião, no que diz respeito ao Ministrar as Aulas, qual é o seu ponto mais forte?
E qual é o seu ponto mais fraco?
A VERDADEIRA PÁSCOA
Você sabe o que significa PÁSCOA?
Há muito tempo atrás o povo de Deus comemorava a Páscoa assim:
Cada família fazia uma cerimônia onde comiam comidas especiais e sacrificavam um carneiro ou cabrito que tivesse um ano e que não tivesse nenhum defeito.
Eles faziam isso todos os anos.
Quando os filhos perguntavam: “O que quer dizer essa cerimônia?”
Os pais respondiam: “É o sacrifício da Páscoa em honra a Deus, pois quando éramos escravos no Egito Ele passou pela casa dos israelitas e não parou. Os filhos dos egípcios foram mortos, mas Deus poupou as nossas famílias.” (Êxodo 12:21)
Páscoa significa passagem (passar por cima).
O túmulo onde colocaram o corpo de Jesus não ficou fechado por muito tempo. Depois de três dias Jesus “RESSUSCITOU”, isto é, “VIVEU DE NOVO”.
O túmulo está vazio! Que coisa maravilhosa!
Hoje somos livres do pecado pelo sangue de Jesus.
“Porque a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso cordeiro da Páscoa já foi sacrificado. Então vamos comemorar a nossa Páscoa não com o pão que tem fermento, o fermento velho do pecado e da imoralidade, mas com o pão que não tem fermento, o pão da pureza e da verdade.” (I Coríntios 5:7,8)
O povo fez assim por muito tempo. O sangue dos animais sacrificados purificava as pessoas de seus pecados. Deus queria ensinar ao seu povo o quanto era importante ser obediente. Ele amava muito as pessoas e queria dar a elas uma vida eterna.
Deus tinha um plano.
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu único Filho...” (João 3:16)
Jesus veio ao mundo para fazer uma coisa muito especial. Ele veio para ser O Cordeiro e receber o castigo de todas as coisas ruins que fizemos.
Algumas pessoas odiavam Jesus por Ele ter dito que era o Filho de Deus, por isso o levaram ao topo do monte e o pregaram numa cruz. Jesus morreu. Agora, é o sangue de Jesus que limpa e purifica o nosso pecado (I João 1:7)
Pintando a Páscoa – Igreja do Nazareno de Jundiaí. DEPARTAMENTO INFANTIL: Sandra Perrotti Gonçalves dos Santos. PASTOR: Rev. Jônatas dos Santos
Impresso por Cristiane Ghensev Avellar
IPB Esmirna
MUSICA,NA APRENDIZAGEM
A presença da música na vida dos
seres humanos acompanha a história da
humanidade. Haja vista, que a mesma é uma
fonte inesgotável e incontestável de
recursos, exerce as mais diferentes funções.
Ela está presente em todas as culturas, em
todas as épocas, sendo vista como uma
linguagem universal, que ultrapassa as
barreiras do tempo e do espaço.
No entanto a forma pela qual a
música, como linguagem acontece no seio
dos diferentes grupos sociais é bastante
diversificada.
A música que é vivenciada em uma
cerimônia de Quarup, no Parque do Xingu, por exemplo, tem um caráter bastante diverso
da música que colocamos no CD player do nosso carro; o mantra entoado em um templo
budista, por sua vez, não apresenta a mesma função de um canto de lavadeiras do Rio São
Francisco.
Apesar dessas diferentes funções, em todas essas situações e em muitas outras, a
música acompanha os seres humanos em quase todos os momentos de sua jornada no
planeta Terra. E, particularmente nos dias atuais, deve ser vista como uma das mais
importantes formas de comunicação entre os seres humanos.
Entretanto, há várias décadas a mesma encontra-se praticamente ausente das escolas
brasileiras. Esta ausência, sentida desde os primeiros anos de escolaridade, vem justificar a
preocupação quanto à democratização ao acesso das artes em geral no país.
Em tempos não muito distantes, em nossas lembranças era comum ouvir vozes de
crianças cantando, nas escolas, enquanto elas brincavam e se divertiam. A música e os
cantos infantis exerciam papel fundamental na vida da criança, estimulando a percepção e
auxiliando no desenvolvimento da mesma. Atualmente a escola está afônica, adormecida,
contaminada pelo som mecânico, alienadas pela música que toma conta dos corredores e
massifica o inconsciente como um “vírus”, que penetra nos ouvidos das crianças e de quem
quer que esteja no espaço escolar.
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Música: Ingrediente Indispensável
A música, presença viva no dia-a-dia, integra aspectos cognitivos, afetivos,
sensíveis, sociais, culturais e até mesmo estéticos, vem ancorar projetos inter, multi e
transdisciplinares com outras áreas de conhecimento: movimento, artes visuais, expressão
cênica, etc... tornando possível articular o aprendizado escolar com a sua vida diária. Por
que é tão pouco usada por professores na Educação Infantil?
Analisando algumas práticas desenvolvidas, podemos perceber que a música como
objeto de produção do conhecimento, torna-se um ingrediente indispensável ao professor
como coadjuvante integral das potencialidades das crianças no cotidiano escolar. Por meio
dela, é possível perceber diversas emoções, apurar os sentidos, atentar a criança para o
aprendizado, oportunizar-lhe momentos criativos e espontâneos, tornando-a crítica.
Ao mesmo tempo que a música possibilita essa diversidade de estímulos, ela, por
seu caráter relaxante, pode estimular a absorção de informações, isto é; a aprendizagem.
LOSAVOV, cientista búlgaro afirma que:
“ouvindo música clássica, lenta, a pessoa passa do nível alfa (alerta) para o nível
beta (relaxados, mas, atentos); baixando a ciclagem cerebral, aumentam as atividades dos
neurônios e as sinapses tornam-se mais rápidas, facilitando a concentração e a
aprendizagem”
Diante da realidade brasileira, a educação musical na Educação Infantil e nas
séries iniciais do Ensino Fundamental não apresenta características próprias, identidade de
saber escolar, nem possibilidades de acesso à prática musical, em que se articulam
experiências adquiridas tanto fora quanto dentro do sistema escolar de ensino.,
Enfim, o que podemos conceber, por intermédio da música é que efetivamente a
prática dessa estratégia de trabalho seja pelo aprendizado de um instrumento, seja pela
apreciação, potencializa a aprendizagem cognitiva, especialmente no tocante ao raciocínio
lógico, da memória, do espaço e do raciocínio abstrato.
Sendo um lugar privilegiado para o desenvolvimento da atividade musical, já que a
criança se expressa espontaneamente sonora e corporalmente, a educação infantil é o
momento mais indicado para se iniciar o trabalho sistemático com música.
No entanto a música está presente em todos os momentos da nossa vida. É uma das
formas mais importantes de expressão humana, o que por si só justifica sua presença no
contexto da educação, de um modo geral, e na educação infantil, particularmente e a voz
por ser um instrumento musical delicado que precisa de cuidados especiais se utilizada mal,
corremos o risco de perdê-la ou machucá-la. Prestar atenção à voz falada e cantada dos
alunos é uma atividade corriqueira dos professores. Nesse caso, se observarmos qualquer
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problema com a voz das crianças, uma rouquidão constante, palavras pronunciadas de
forma diferente ou perda de voz, devemos encaminhá-la a um fonoaudiólogo.
A Música e o Desenvolvimento Afetivo
A afetividade humana tem sido, por diversas vezes
menosprezada pela sociedade tecnicista e voraz, a qual
pertencemos. Nesse campo de desenvolvimento lidamos com
os efeitos da prática musical que se mostram claros, primam
por acalmar indivíduos, quando expostos a uma melodia
serena e dependendo da aceleração do andamento da música,
ficam mais alertas.
Nossos avós já sabiam acalmar os bebês, colocando-os
junto ao peito, deixando-o mais calmo. Segundo a explicação
cientifica, é que nessa posição o bebê sente as batidas do
coração de quem o está segurando, o que remete ao que ele ouvia ainda no útero, isto, é o
coração da mãe. Além disso, a eficácia, das canções de ninar é a prova concreta de que a
música e o afeto se unem em uma alguimia mágica para a criança.
Inúmeras pesquisas desenvolvidas em diferentes países confirmam que a
influencia da música no desenvolvimento da criança é insubstituível. Algumas delas
demonstram que o bebê, ainda no útero materno, desenvolve reações a estímulos sonoros.
O som é uma onda invisível, e por meio da percepção tornamos esse invisível, visível,
respeitando a medida do tempo no tempo da medida e de suas direções. Sendo um
fenômeno sonoro, a música só pode ser pensada, construída, descoberta, manipulada,
refletida, representada, reproduzida, etc... com sons, pois ela é presença concreta e assim se
realiza.
Dessa forma, a música não é abstrata, nem é pura descarga de emoções, ela é
objeto de conhecimento palpável que deve ser descoberto pelas crianças a partir do seu
fazer musical.
Portanto, a noção do conhecimento musical, surge da ação da criança com a música,
cuja característica primordial é o movimento simultâneo e sucessivo de seus elementos.
Assim, dentro de um processo ativo e lúdico a criança poderá construir seu conhecimento
musical, quando interagir com objetos sonoros existentes em seu contexto social.
A importância da música para o desenvolvimento afetivo
Um outro campo de desenvolvimento da música é a afetividade humana. Nós que
lidamos com crianças percebemos isso.
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Em pesquisa realizada na Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou algo que
muitos pais e educadores já imaginavam: os bebês tendem a permanecer mais calmos
quando expostos a uma melodia serena e dependendo da aceleração da música, ficam mais
alertas e espertos.
Por isso, a linguagem musical tem sido apontada como uma das áreas de
conhecimento mais importantes a serem trabalhadas na educação infantil, ao lado da
linguagem oral e escrita, raciocínio lógico-matemático, artes cênicas, etc.
Assim, o ensino de música nas escolas é uma forma de propiciar aos alunos o
entendimento e desenvolvimento desse domínio, que, por ser especializado, poderá
contribuir para o seu desenvolvimento global. As justificativas dos profissionais, entretanto,
sugerem que o entendimento e desenvolvimento da música como domínio único não parece
algo relevante em si mesmo.
Não se trata de questionar a capacidade da música em contribuir com o
desenvolvimento da personalidade, sensibilidade, corpo e intelecto ou com a aquisição de
conhecimento em outras áreas curriculares, uma vez que a música não parece se justificar
como disciplina escolar específica, visto que seus valores e benefícios também poderiam
ser desenvolvidos por outros componentes curriculares. A música pode ser algo benéfico
aos alunos e não algo necessário ou fundamental à formação dos mesmos. A idéia de
que a educação musical escolar deveria servir a algum fim que não ela própria, às
atividades educativo-musicais deveriam conduzir ao desenvolvimento de algo diferente da
própria música.
Dito de outra forma a música deveria contribuir para reconhecer algo valoroso no
desenvolvimento da capacidade de compreender e vivenciar as atividades lúdicas dentre as
várias práticas humanas, como uma dimensão fundamental da cultura, algo que permeia a
vida de seus alunos, tanto na escola quanto fora dela.
A importância da música para o desenvolvimento cognitivo
Como ja abordamos anteriormente, a música é de grande importância para o
desenvolvimento cognitivo da criança. Outra idéia que pode estar fundamentando as
justificativas dos profissionais refere-se ao caráter “subjetivo” das vivências e
aprendizagens musicais que ocorrem em sala de aula. Se elas não podem ser
compartilhadas e, consequentemente, avaliadas, não parece ser possível justificar o ensino
de música como uma forma de propiciar algo que não pode ser compartilhado nem
avaliado.
Se não é possível definir um conjunto de saberes a ser desenvolvido pelos alunos,
avaliar as aprendizagens dos mesmos e fornecer argumentos capazes de mostrar as
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contribuições específicas da música no currículo escolar, o trabalho concebido e
concretizado no âmbito escolar tem sua relevância comprometida e a música, como
disciplina curricular, acaba sendo desvalorizada e isolada dentro da própria escola.
Nesse sentido, o isolamento da área de música também pode estar relacionado à
escassez de argumentos, por parte dos próprios profissionais, capazes de mostrar aos
demais participantes da escola a relevância da disciplina e daquilo que acontece em sala de
aula. Com isso, as aulas de música não conseguem alcançar a importância, o status e os
propósitos buscados pelos profissionais.
De acordo com Piaget, não existem estados afetivos sem elementos cognitivos,
assim como não existem comportamentos puramente cognitivos. Quando discute os papéis
da assimilação e da acomodação cognitiva, afirma que esses processos da adaptação
também possuem um lado afetivo: na assimilação, o aspecto afetivo é o interesse em
assimilar o objeto ao self (o aspecto cognitivo é a compreensão); enquanto na acomodação
a afetividade está presente no interesse pelo objeto novo (o aspecto cognitivo está no ajuste
dos esquemas de pensamento ao fenômeno).
Nessa perspectiva, o papel da afetividade para Piaget é funcional na inteligência.
Ela é a fonte de energia de que a cognição se utiliza para seu funcionamento.
A importância da música para o desenvolvimento social
A música também traz efeitos muito significativos no campo do desenvolvimento
social da criança, sendo de suma importância do ponto de vista da maturação individual,
isto é, do aprendizado das regras sociais por parte da criança. Quando uma criança brinca
de roda, por exemplo, ela tem a oportunidade de vivenciar de forma lúdica às situações de
perda, escolha, decepção, dúvida, afirmação, entre outros fatores.
Segundo a fenomenologia social, assumimos o mundo cotidiano como um mundo
intersubjetivo; um mundo que existia muito antes de nosso nascimento e que nos é dado
para nossa experiência e interpretação de uma forma organizada, não somente como um
mundo físico e natural, mas também como um mundo sociocultural.
Toda interpretação desse mundo se baseia num estoque de experiências anteriores
dele, as nossas próprias experiências e aquelas que nos são transmitidas por nossos pais e
professores, as quais, na forma de ‘conhecimento à mão’, funcionam como um código de
referência.
O “código de referência” de cada ator, portanto, deriva não somente de sua própria
experiência e interpretação do mundo, mas também das muitas e diversas experiências e
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interpretações vividas por seus semelhantes, sejam eles seus predecessores e/ou
contemporâneos, e a ele transmitidas.
É possível dizer que cada professor constrói uma forma pessoal de conceber e
concretizar o ensino de música nas escolas. Entretanto, essa forma pessoal não é
construída num vazio social. As concepções e ações dos professores também derivam da
experiência e interpretação de outras pessoas; daquilo que vem sendo construído e que lhes
foi transmitido acerca do ensino de música.
A música vai além do cantar. O interessante é que o professor acredita que a música
seja apenas o cantar, mas para que haja música deve haver movimento, pois cada som nasce
de um movimento. O som é a onda invisível e através da sua percepção tornamos esse
invisível, visível; respeitando a medida do tempo no tempo, da medida de suas direções.
Sendo um fenômeno sonoro, a música só pode ser pensada, construída, descoberta,
etc..., através de um objeto palpável que deve ser descoberto pelas crianças a partir de seu
fazer musical.
A noção do conhecimento em música surge da ação da criança com a música, a
criança poderá construir seu conhecimento musical, quando interagir com os objetos
sonoros existentes em seu contexto social. Entende-se por objetos sonoros, todo objeto
produzido ou percebido como som, desde que organizado dentro de uma perspectiva
estética intencionada como música ou como ato de audição. Nesse caso envolverá tanto o
som da voz, quanto os instrumentos musicais definidos, os ruídos, buzinas, campainhas,
canto de aves, ruídos de animais, entre outros. O que define o objeto sonoro é a organização
integrada dos elementos sonoros construídos pelo homem como música.
TESTEMUNHO DA IRMÃ FLÁVIA
Onde estava o Obreiro Infantil?
Eu me chamo Flávia,e fui criada numa igreja evangélica desde dois anos de idade.Eu era assídua a EBD e as programações voltadas às crianças que a igreja promovia.
Morava comigo minha irmã Fernanda,meu pai Luiz Octávio e minha mãe Maria Helena que sofria de uma enfermidade chamada artrite reumatóide,onde ela mal podia se mexer na cama..Nossa vida não era nada fácil,meu pai era militar e tinha um baixo salário,e boa parte dele era voltado à compra de medicamentos para minha mãe;mas nós éramos muito felizes
vivíamos em união,em harmonia,nosso lar era abençoado por Deus. Eu e minha irmã sentíamos que realmente éramos amadas por nossos pais...
Certa vez,houve uma grande festa em minha igreja,onde um irmão foi nos contar do milagre que Deus tinha feito em sua vida.....ele nos relatou que havia sido baleado com mais de vinte tiros e foi morto....mas que Deus o ressuscitou em meio ao necrotério.Ele nos mostrava por seu corpo as marcas das balas...e eu com apenas nove anos ,estava sentada na primeira fileira assistia tudo com muita atenção.Fiquei impressionada com aquilo,e ali pude perceber o quanto Nosso Deus é Poderoso,e verdadeiramente passei a ter uma fé maior neste Deus.
Após três meses,uma tragédia aconteceu em minha vida.No dia 12 de janeiro de 1991 fomos acordados com minha vizinha batendo na porta,suplicando por ajuda.Meu pai rapidamente foi atender , ela dizia que havia uns assaltantes querendo invadir a casa dela,e meu pai na função de militar foi tentar resolver o problema...Quando de repente ouvimos de nossa casa tiros e mais tiros (lembro-me de detalhes,como se fosse ontem) e rapidamente recebemos a notícia: meu pai havia morrido!
Ficamos desesperadas porque ele era o alicerce da família,e o que seria de nós com nossa mãe doente?Ás vezes fico imaginando o que mamãe pensou naquela época.Mas nós tínhamos conosco algo maior que nossa tristeza,que era Deus...e ele sempre dizia para minha mãe que nunca nos desampararia (e verdadeiramente nunca desamparou).
De repente em meio aquele todo desespero lembre-me daquele testemunho contado pelo irmão...então pensei: “Deus é tão maravilhoso,ressuscitou aquele irmão e a tia contou que Ele fez tantos milagres...então Ele pode ressuscitar meu pai também!” E foi nesta fé que me apeguei.Minha mãe me conta que quando eu a via chorando dizia: “Chora não,mãe.Papai vai voltar!”
Vi o tamanho do sofrimento da minha mãe,então decidi falar com Deus para que Ele resolvesse esse problema,trazendo meu pai de volta,como ele fez com aquele irmão.Eu orava sem cessar: quando acordava,quando almoçava,quando ia dormir....esta era minha única oração,não falava mais nada com Deus,só pedia meu pai de volta.
Eu tinha certeza que Deus atenderia meu pedido,porque a tia da igreja dizia que era só pedir que Deus ouvia...
Todas as tardes por volta da 17:30 (este era o horário que ele voltava do quartel) eu me assentava na porta da minha casa esperando que meu pai voltasse,mas nada acontecia....ás vezes ficava por duas,.três horas,mas nada...
Você talvez não pode acreditar,mas fiquei vivendo esta rotina por mais de seis meses.Sentava todos os dias á porta,mas de nada adiantava....Então pensei: “Bom,ta chegando meu aniversário.De repente este vai ser o presente que Deus vai me dá!”...mas chegou o dia do meu aniversário,e nada aconteceu....
Então tomei uma decisão: ”vou parar de orar....pra que orar se Deus não me ouve?Ele não me responde,não ta nem aí pra mim....nem deve saber que eu existo,e nem me amar,porque Ele num atende meu pedido!Porque Ele ressuscitou aquele irmão e não quer ressuscitar meu pai?’sim....Ele não me ama mesmo!”
Fiquei muito chateada com Deus,me senti uma criança desprezada,odiada por Ele...e fui crescendo com o pensamento de “orar pra que?”.....Isto tudo querido poderia ter sido diferente se houvesse um obreiro infantil para me acolher,me abraçar,me apascentar....pra me explicar às respostas do Senhor às nossas orações.Mas não tinha....não tinha ninguém pra me explicar o porquê que Deus não trouxe meu paizinho de volta pra mim como eu havia pedido...ninguém se preocupou comigo....como eu poderia falar com minha mãe?E se ela estivesse esperando a volta dele como eu?
Como é que vou dizer pra ela agora que ele não vai mais voltar?O que eu vou fazer?Será que Deus não me ouviu?Será que orei baixinho e Ele não escutou? Será que orei errado?Será que Ele não me entendeu?O que aconteceu?
(estas eram as perguntas que eu fazia pra mim mesma),mas quem iria me responder?Não tinha ninguém.....não tinha um obreiro infantil para responder todas estas perguntas que me perturbava noite e dia...realmente eu estava sozinha...sem um amparo,sem alguém para cuidar do meu crescimento espiritual.... Fui crescendo dentro da casa de Deus,sempre trabalhando...mas essa minha ferida nunca cicatrizava,pois eu nunca entendia o porque deste querer de Deus.
Sete anos se passaram,cresci me tornei uma bela moça e eu,mamãe e Fernanda nos mudamos para outra cidade para ficarmos juntas da família da minha mãe...Ali eu já estava madura,já orava e até jejuava....mas a ferida estava aberta.
Após um ano que morava nesta cidade,Deus colocou em minha vida um servo do Senhor,levita em Sua casa,e nos casamos com apenas cinco meses de namoro (em outra oportunidade conto como foi meu casamento) ,então mudei novamente; fui morar no Rio de Janeiro.Lá estava sozinha,minha família estava longe,eu não conhecia ninguém...com quem vou conversar?eu olhava para um lado,olhava para o outro e não via ninguém....quando de repente olhei pro céu e vi que não estava só,Deus estava comigo...
Então passei a ver Deus com outros olhos,e não como aquele carrasco que não me amava.E uma vez fui orar sozinha em meu quarto e perguntei ao Senhor: “Senhor,o que queres de mim aqui na terra?O que posso fazer para outra criança não passe o que eu passei” mas Deus não me respondeu.... Quando fui me deitar Deus me deu uma linda visão,onde Ele colocava em minhas mãos um bebê recém-nascido que estava morto,mas quando eu o abraçava,ele revivia...(Glória a Deus!me emociono ao lembrar)
Então eu disse: Deus,Tu me queres apascentando os cordeirinho?”
E Ele me respondeu ao ouvido: “Tu és minha escolhida desde o ventre de sua mãe!”
Rapidamente fui atrás de cursos de evangelismo de crianças,foi aí que conheci a APEC,que fez diferença em minha vida.Mas tinha ainda uma feridinha lá no fundo do meu coração...e como eu podia cuidar de feridas dois pequeninos se eu ainda estava machucada? Então mais uma vez Deus me abençoou,colocando uma pessoa no meu caminho (Gina ) que me ajudou a arrancar esta ferida de vez da minha alma.Hoje posso afirmar para você,que sou uma pessoa totalmente curada pra Honra e Glória do Senhor Jesus.
Hoje entendo que Deus permitiu que eu passasse por toda aquela provação para que eu tivesse a visão ministerial de cuidar dos pequeninos do Senhor,de apascenta-los,evangeliza-los,ganha-los para Cristo...Hoje sei do propósito de Deus em minha vida,e digo a Ele a todo momento “Eis -me aqui,Senhor”! ,por que sei que existem milhares de crianças que ainda não conhecem as boas novas da salvação.Mas infelizmente,são poucos os obreiros infantis...Então eu gostaria que você meditasse neste testemunho ,e pense em agir...porque assim como eu sofri com perguntas que pra mim não tinha respostas,muitas crianças estão sofrendo...clamando por uma ajuda e não sabem a quem suplicar.Então se mexa,existem milhares de almas que precisa de você...
Se este testemunho lhe foi útil em sua vida espiritual,por favor me escreva.
Sei que Deus permitiu que eu passasse por isso para hoje servir de exemplo a milhares de professores de crianças,por isso,sua opinião é muito importante pra mim....Que Deus te abençoe e te dê forças para crescer cada vez mais no sem ministério.E lembre-se: Deus não escolhe os capacitados ,mas capacita os escolhido.Fiquem na paz do Nosso Bondoso Deus.
Flávia Ribeiro Grégio de Oliveira flaviagregio@hotmail.com (danielflavia@ig.com) Av. Vicente de Carvalho 63/301.Vaz Lobo- Rio de Janeiro_RJ Cep 21371 120
DIGA NÃO A PEDOFILIA!!!!!!!!!!!
Abuso Sexual Infantil - Definição, sintomas, prevenção
LB, RJ, 2002. / Fontes: O Globo, 18/04/2002
Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Criança e ao Adolescente, www.abrapia.org.br / Stop It Now, www.stopitnow.com
Atenção: as informações foram retiradas das fontes acima, e devem ser lidas a título de informação.
Caso tenha dúvidas sobre o assunto ou desconfie que uma criança está sendo vítima de abuso sexual, consulte a Abrapia.
Abuso contra criança pode ser:
- negligência - não assegurar comida, casa, segurança e educação
- agressão - fisica (tapas, sacolejões, maus tratos, ossos quebrados e queimaduras, etc..) e verbal (brigas constantes, chamar a criança ou se referir a ela por nomes depreciativos como inútil, idiota, etc..)
- sexual - como exploração sexual, prostituição infantil, pornografia ou o abuso "caseiro", que é o tema do texto a seguir.
Sexualidade é parte de cada ser humano, independente da idade. Consulte livros sobre o desenvolvimento infantil ou um pediatra para saber mais sobre o desenvolvimento da criança e que comportamentos sexuais são normais e comuns em cada faixa etária.
Pesquisa feita por entidades que trabalham em parceria com o Ministério da Justiça indica que a cada oito minutos uma criança brasileira é vítima de abuso, ou seja, 60mil crianças por ano são vítimas de abuso no Brasil:
80% dos casos são contra meninas;
82% são crianças entre 2 e 10 anos;
90% dos casos a criança é abusada por alguém que conhece e ama; pela ordem, o pai biológico, o padrasto, tios, avôs e irmãos;
60% (estimativa) dos casos envolvem pessoas das classes média e média alta.
O que é abuso sexual contra crianças?
Tocar os genitais de uma criança para prazer sexual ou outra razão desnecessária;
Fazer uma criança tocar os genitais de outra pessoa;
Colocar objetos ou partes do corpo dentro da vulva, vagina, boca ou ânus da criança para prazer sexual ou outra razão desnecessária;
Mostrar pornografia para uma criança;
Mostrar os genitais a uma criança;
Fotografar criança em poses sexuais;
Encorajar crianças a assistirem atos sexuais ao vivo ou em filme;
Observar (voyerismo) crianças se vestindo ou usando o banheiro, em geral sem o conhecimento da criança.
Como identificar que uma criança pode estar sendo vítima de abuso sexual?
Alguns destes sintomas ou comportamentos podem aparecer em momentos estressantes da vida de uma criança, como divórcio, morte de membro da família, ou por problemas na escola. Cada sinal em separado não quer dizer que a criança possa estar sofrendo abuso, mas se você observar vários deles ao mesmo tempo, é uma indicação de que você deve se preocupar e se informar sobre como agir. Consulte a Abrapia.
Pesadelos, problemas para dormir, medo do escuro e outros distúrbios do sono;
Medo excessivo de "monstros";
Perda de apetite ou problemas ao comer ou engolir;
Mudanças súbitas de humor: raiva, medo, introspecção...;
Medo de pessoas ou lugares (demonstrando relutância em ficar sozinho com determinada pessoa ou mudança de humor na presença de determinada pessoa);
Problemas estomacais frequentes sem razão identificável;
Regressão de comportamento (ex. fazer xixi na cama ou usar chupetas depois da idade em que isso normalmente acontece);
Atividades sexuais com brinquedos ou outras crianças ou pedir a amigos e irmãos para se comportar sexualmente;
Nomes novos para partes íntimas do corpo;
Recusar-se a falar sobre um "segredo" que tem com um adulto ou criança mais velha;
Ter dinheiro inesperadamente;
Se cortar ou queimar propositadamente, quando adolescente;
Machucados, vermelhidão, sangramento ou dor inexplicáveis nos genitais, ânus ou boca; Corrimentos ou fluidos leitosos na área genital.
Sinais de alerta
Os seguintes comportamentos em adultos ou adolescentes podem indicar que são molestadores:
Recusa-se a deixar que a criança estabeleça seus próprios limites;
Insiste em abraçar, pegar, beijar, brincar, fazer cócegas ou segurar uma criança mesmo que ela não queira;
Insiste em ficar - ou dá um jeito de ficar - sozinho com criança, sem interrupções;
Passa a maior parte do seu tempo livre com crianças e demonstra pouco interesse em ficar com pessoas da sua própria faixa etária;
Se oferece frequentemente para tomar conta de uma ou mais crianças de graça;
Compra presentes caros para crianças ou lhes dá dinheiro sem razão aparente;
Frequentemente entra no banheiro quando crianças ou adolescentes o estão usando;
Permite consistentemente que crianças ou adolescentes se saiam sem punição por atos impróprios;
Conversa sobre atividade sexual de crianças ou adolescentes; fala sobre fantasias sexuais com crianças ou adolescentes e não demonstra conhecimento do que é ok para com crianças;
Foi vítima de abuso sexual quando criança e não quer lidar com isso (se recusa a falar, fazer terapia, tratamento, etc..);
Olha pornografia infantil ou junto com crianças;
Pede ao seu parceiro sexual que se vista como criança com frequencia;
Frequentemente tem uma criança como "amigo especial";
Faz piada sobre partes do corpo da criança ou chama a criança por nomes sexuais, como "garanhão", "vadia", etc..
A maioria das iformações acima foram tiradas do site Stop It Now, americano.
No site da Abrapia, uma das matérias diz que no Brasil, por falta de estatísticas e divulgação, tanto os médicos como a sociedade não acreditam que o abuso sexual ocorra aqui com tanta frequencia, o que pode ser facilmente desmentido pelos dados que você leu no início desta página.
No caso de você desconfiar de que uma criança esteja sendo abusada sexualmente, vítima de maus tratos ou de negligência, a recomendação é que seja feita uma denúncia ao Conselho Tutelar da Criança e Adolescente da sua cidade ou ao Sistema Nacional de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil: 0800-990500
Para prevenir:
As principais recomendações são que:
- a partir de um ano e meio, a criança comece a receber noções sobre o seu corpo;
- a partir dos 3 anos, os pais expliquem quais são os órgãos sexuais e ensinem aos filhos a reagir a qualquer tentativa de abuso
- sempre se ouça o que a criança tem a dizer, por mais absurdo que seja. Mantenha um diálogo aberto e franco com seus filhos, com as crianças.
- no caso da criança dizer que está sofrendo abuso, não fazer drama ou escândalo, não duvidar. Reassegurar a criança que não é culpa dela, nem é errado ela dizer isso a você e procurar resolver a situação o mais rápido possível.
- investir na auto-estima das crianças (elogios, afirmação do seu valor, dar atenção, respeitar, etc..)
- prestar atenção no comportamento de adultos que a rodeiam
Tanto a criança, vítima do abuso, sua família e o abusador devem passar por terapia, tratamento psicológico adequado.
Alguns destes sintomas ou comportamentos podem aparecer em momentos estressantes da vida de uma criança, como divórcio, morte de membro da família, ou por problemas na escola. Cada sinal em separado não quer dizer que a criança possa estar sofrendo abuso, mas se você observar vários deles ao mesmo tempo, é uma indicação de que você deve se preocupar e se informar sobre como agir. Consulte a Abrapia.














